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sexta-feira, 1 de junho de 2012

A internet está cheia de idiota


“(…) Tudo o que você precisa está dentro de um livro. Você não pode chegar à internet, seu filho não pode chegar à internet sem passar pelo livro. Se ele não for capaz de escrever o que ele está pensando e de entender o que ele está lendo, ele vai para internet para ficar como um idiota. A internet está cheia de idiota. Aliás, a grande maioria dos frequentadores da internet é idiota. A internet deu palco pro canalha, pro invejoso. Porque a humanidade, não posso falar isso pra vocês, mas a humanidade não presta. Aí você multiplica a potencialidade dela, então tem mais maldade na internet do que informação. Se bem que toda a informação do mundo está lá, então você imagina a imensidão da maldade humana (…)”

Ziraldo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Segura a Censura!


Autor: Gabriel O!


Logomarca criada e aplicada em fundo preto, desenvolvida em Corel Draw para trabalho de Fundamentos da Comunicação - Professora Maria Clara - Ulbra Turma 2012/1

Justificativa

Quando procuramos ou vemos imagens da palavra ''Censura'' ou ''Censurado'', geralmente ela se apresenta em letras brancas e dentro de um retângulo na cor preta. Foi mantida a palavra ''Censura'' em fonte simples e em cor branca, mas com um design moderno.
Objetivos
Com o retângulo levemente inclinado passa-se a ideia de solidez, estabilidade e fortaleza. A cor vermelha, por sua vez, passa a ideia de agressividade e poder. Também foi criado um slogan para o tema - Segura a Censura! A Censura nos Meios de Comunicação - onde a palavra Censura é acompanhada do verbo no imperativo ''segurar'' e de uma exclamação, para chamar a atenção do espectador.

Karina Buhr - Guitarristas de Copacabana


''A gente pode se divertirFalar mal dos vigaristas desse país. E de outros países também. Não vamo deixar faltar pra ninguém''

sábado, 26 de maio de 2012

Aula Experimental de Fotografia [Quatro]


Fundamentos da Fotografia para Publicidade e Propaganda - Professora Bethy Teixeira
Ulbra - Turma 2012/1

Fotos: Gabriel O!














domingo, 13 de maio de 2012

Aula Experimental de Fotografia [Três]


Fundamentos da Fotografia para Publicidade e Propaganda - Professora Bethy Teixeira
Ulbra - Turma 2012/1

Fotos: Gabriel O!











terça-feira, 1 de maio de 2012

O que quero

"Nunca vou deixar de fazer o que quero porque é mais certinho de outro jeito."


Karina Buhr.

sábado, 28 de abril de 2012

It can't rain all the time...

Frase e foto do personagem "Eric Draven/The Crow" do filme "The Crow".


Brandon Bruce Lee, ou Brandon Lee como era conhecido, nasceu em Oakland na Califórnia em 1 de fevereiro de 1965. Filho do lendário ator e lutador de artes marciais Bruce Lee, o primeiro a trazer o conhecimento do Kung Fu para o ocidente, Brandon aprendeu seus primeiros passos de luta com o seu pai e aos dois anos de idade já começava a dar seus primeiros chutes.

Aos 9 anos de idade perdeu o pai, vítima de um edema cerebral, em 20 de julho de 1973. A viúva Lee, Linda Lee, que então morava em Hong Kong, parte para Los Angeles com os filhos, Brandon e Shannon, de 4 anos. 

Sua infância foi um pouco conturbada. Além do trauma pela morte do pai e dos rumores que a morte dele foi devida a uma overdose, brigava muito na escola, sendo expulso de dois colégios na infância e uma terceira vez na adolescência. Brandon, que se interessava por teatro, ingressou na High School of Dramaturgic, querendo ser conhecido por sua habilidade teatral e não pelos seus conhecimentos marciais, como o seu pai. Queria atuar e não estar diretamente ligado ao oriente.

Queria interpretar Hamlet, mas as portas que se abriram foram para atuar em filmes de artes marciais. Anos mais tarde ingressou na Faculdade de Emerson em Boston, Massachusetts, juntando-se a uma companhia de teatro. Retorna aos seus treinos de Kung Fu, conciliando com seus trabalhos teatrais, voltando a treinar na academia de Dan Inosanto e Ted Wong, antigos alunos de Bruce Lee.

Em 1985, conseguiu um papel em um filme de Kung Fu para a TV. Seu primeiro papel importante foi no filme ''Legacy of Race'', em 1986. Atuou em filmes predominantemente violentos e quase sempre ligado às artes marciais, como ''Massacre no Bairro Japonês'', ''Rajada de Fogo'' e outros.

Quando recebeu a proposta para interpretar Eric Draven, o protagonista do filme ''The Crow'' (O Corvo), leu tudo sobre o universo: livros, hqs, revistas e a medida que ia conhecendo mais sobre o personagem, mais ia se interessando, chegando a dar ideias no roteiro e coreografias do filme. Em uma das últimas entrevistas, Brandon mostrou toda sua felicidade com o personagem, dizendo ''Não sei se estava predestinado a fazer este papel, mas estou muito feliz e honrado em  fazê-lo''. Sua vida pessoal também ia muito bem, estava noivo da sua antiga namorada Eliza Hutton e pretendia se casar duas semanas após o término das filmagens. 

Brandon faleceu durante as filmagens de ''The Crow'', aos 28 anos. Em uma das cenas filmadas para o filme, uma arma tinha que ser carregada, engatilhada e apontada para a câmara, mas por causa da curta distância do tiro, a munição carregada era de verdade, porém sem pólvora. Após a realização da cena, o assistente do armeiro limpou a arma para retirar as cápsulas, derrubando um dos projéteis no cano. A arma foi carregada com festim, que tem duas ou três vezes mais pólvora do que um projétil normal, para fazer mais barulho. Lee entrou no set com um saco de supermercado contendo uma bolsa explosiva de sangue artificial, o projétil que estava preso no cano foi involuntariamente disparado em Lee, atravessando o saco que ele trazia, causando perfurações em seus órgãos internos e partindo sua coluna vertebral. Sua morte se deu por hemorragia interna, mesmo com a desesperada tentativa de uma cirurgia  para retirar a bala, que durou mais de seis horas. 

Houve rumores de que os negativos com a filmagem de sua morte teriam sido destruídos, para nunca serem revelados. No entanto, segundo algumas fontes, a trágica cena foi incluída na edição final do filme. Existe praticamente um consenso entre os defensores dessa tese: trata-se do momento em que Eric é alvejado por vários policiais e o impacto do tiro que o matou arremessa o seu corpo para trás, fazendo com que ele atravesse a janela às suas costas. É provável que realmente seja essa cena, pois há uma nítida incoerência na continuidade: Eric, alvejado, atravessa a janela de costas e está caindo em direção ao chão, mas na tomada seguinte, quando os estilhaços do vidro ainda estavam caindo ao solo, ele já está em pé e agarrando-se ao parapeito da sacada do prédio, inclusive já estando de frente para o mesmo, algo que seria inteiramente impossível. Em toda a sequência seguinte à cena da quebra da janela, quando Eric foge da perseguição policial, o seu rosto não é focalizado em nenhum momento pela câmera, exceto já quase ao final e de forma bem rápida e ainda estando parcialmente encoberto, quando ele se levanta após uma queda. Em slow-motion é possível verificar que o rosto do ator que interpreta naquele momento não tem nem sequer a mais remota semelhança com a fisionomia de Brandon, sendo que nesta cena não era necessário a presença de um dublê, pois não era uma cena perigosa, apenas se levantava do chão e saia andando. A cena rendeu a Brandon Lee muita popularidade e após sua morte, ''The Crow'' ainda teve continuidade, mas sem o sucesso do primeiro filme.

Após sua morte, várias vezes foi considerada a ideia de arquivar o filme, para nunca ser exibido, mas devido a brilhante atuação de Brandon no filme, Alex Proyas e Edward R. Pressman, diretor e produtor do filme respectivamente, decidiram acabar as cenas que faltavam com o auxlio de dublês e efeitos especiais. Alex Proyas decidiu publicar o filme e pediu que fossem assistí-lo, não devido a morte de Brandon, mas para ver a grande obra que ele fez, com sua profunda interpretação. 

Nos créditos finais do filme, os produtores incluíram uma homenagem a ele e sua noiva. Sobre o fundo preto, aparece escrita a frase em branco: "For Brandon and Elisa." O casamento de ambos se realizaria no dia 17 de abril de 1993, no México. Brandon, porém, morreu menos de três semanas antes, em 31 de março daquele ano.

O filme foi indicado ao Prêmio Saturno de 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA) na categoria de Melhor Figurino, Melhor Diretor, Melhor Filme de Terror e Melhores Efeitos Especiais e ao MTV Movie Awards de 1995 (EUA) nas categorias de Melhor Canção, Melhor Ator e Melhor Filme, vencendo na categoria de Melhor Canção (Stone Temple Pilots).

''Quantas vezes mais você relembrará uma certa tarde da sua infância, uma tarde que é uma parte tão profunda de seu ser, que é impossível conceber a sua vida sem ela? Talvez mais quatro, ou cinco vezes? Talvez nem isso. Quantas vezes mais você vai assistir o nascer da lua cheia? Talvez vinte. E ainda assim, tudo parece tão ilimitado. Soa batido, eu sei. Mas é verdadeiro, é talvez a coisa mais importante que cada ser humano deveria lembrar, sempre: Viva cada dia como se fosse o último."

Brandon Lee

(Oakland, 01/02/1965 - Carolina do Norte, 31/03/1993)

 Foto: Divulgação.

Uma curiosidade: o poema que Eric recita ao entrar na loja Gideon é ''The Raven" de Edgar Allan Poe.


Fonte: Wikipédia.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Corvo

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.

Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais'',
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!

De Edgar Allan Poe (Tradução de Fernando Pessoa).

segunda-feira, 16 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Aula Experimental de Fotografia [Dois]

Fundamentos da Fotografia para Publicidade e Propaganda - Professora Bethy Teixeira
Ulbra - Turma 2012/1

Fotos: Gabriel O!








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